Não... Optei-me ser o que sou
Não... Propus-me sentir como me experimento
Todavia naveguei feito de tal modo,
Embora que fragmentado
Abrolhei mulher/homem
Versus minha pretensão,
Com a equidade de um homem, assevero:
Não sei o ensejo, nem ainda o pretexto ou se seria uma punição
Questiono-me todo dia
O porquê?
Nascer, viver e, que o destino me explique,
Morrer assim todo torto
Não me resta mais nada
Mas não se imêmore
Embora que o amor não seja de resistência
Tenho mesmo um coração exorbitante
que ama, ama, ama...
Dentro do Homem errado.
Não... Propus-me sentir como me experimento
Todavia naveguei feito de tal modo,
Embora que fragmentado
Abrolhei mulher/homem
Versus minha pretensão,
Com a equidade de um homem, assevero:
Não sei o ensejo, nem ainda o pretexto ou se seria uma punição
Questiono-me todo dia
O porquê?
Nascer, viver e, que o destino me explique,
Morrer assim todo torto
Não me resta mais nada
Mas não se imêmore
Embora que o amor não seja de resistência
Tenho mesmo um coração exorbitante
que ama, ama, ama...
Dentro do Homem errado.
© Vagner Braz - Todos os direitos reservados

0 comentários :
Postar um comentário